Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

PUBLICIDADE

Fundos imobiliários avançam apesar de juros altos

Setor privado pode ajudar o governo a acelerar o capital no crédito imobiliário

Os fundos imobiliários continuam uma opção atraente aos investidores brasileiros, apesar da Taxa Selic alta pressionando o mercado imobiliário voltado à renda média. Esse tipo de ativo dá aos investidores uma alternativa para manter retorno com mais previsibilidade de renda e, ao mesmo tempo, isenção do Imposto de Renda.

 

“Quem gosta de investir para ganhar um pouco mais do que o CDI ou os títulos IPCA+, mas está com medo do crédito privado, os fundos são uma forma interessante de ganhar acima da taxa livre de risco e de forma isenta”, afirma Marilia Fontes, apresentadora da Resenha do Dinheiro.

 

Segundo Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb, o interesse por imóveis ajuda a explicar a popularidade crescente dos fundos.

 

“O brasileiro gosta de investir em imóveis e a preferência por ativos tangíveis ainda tem um peso. Aquela ideia de que ‘quem investe em terra, não erra’ segue presente no dia a dia do investidor”, completa Bernardo.

 

Este e outros assuntos da economia serão abordados no programa e na News da Resenha, newsletter para manter os investidores informados e ajudar na tomada de melhores decisões no mercado.

 

Nesse contexto, a liquidez aparece como um diferencial dos FIIs. Ao contrário da compra individual de um imóvel, que pode demorar para ser vendido, os fundos são negociados na bolsa brasileira, permitindo ao investidor transformar sua posição em dinheiro com mais agilidade.

 

Para Thiago Godoy, educador financeiro, outro fator é a qualidade dos ativos.

 

“São imóveis de alto padrão, localizados em regiões valorizadas, com potencial ao longo do tempo. Mas lembrando que se trata de renda variável, sujeita a oscilações e riscos”, observa Godoy.

 

Os FIIs distribuem rendimentos periódicos, geralmente mensais, o que atrai investidores em busca de fluxo de caixa.

 

Por outro lado, Marilia analisa que as cotas reagem diretamente ao cenário macroeconômico, especialmente aos movimentos da taxa de juros. “Quando os juros sobem, os fundos imobiliários tendem a cair”, conta a apresentadora.

 

Para o investidor, os fundos aparecem como uma forma de diversificação, oferecendo exposição ao setor imobiliário sem a necessidade de aquisição direta de um imóvel.

 

Godoy pondera que, apesar das vantagens, a escolha dos ativos exige atenção.

 

“Avalie o portfólio, a qualidade dos imóveis, a taxa de ocupação, o histórico dos gestores e os custos envolvidos é fundamental para tomar decisões mais informadas”, recomenda.

 

Resenha do Dinheiro

 

Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise.

 

A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.

COMENTE ABAIXO:

You must be logged in to post a comment Login

PUBLICIDADE