O governo anunciou, nesta segunda-feira (27), mais uma medida eleitoreira: o Desenrola 2.0, uma nova versão de um programa de refinanciamento de dívidas já lançado pelo governo, mas que não deu certo.
Da primeira vez, aliviou dívidas no curto prazo, mas elas dispararam novamente com os juros mais altos.
O desenho apresentado hoje pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, segue um roteiro parecido.
Um respiro imediato no bolso do eleitor sem atacar as causas reais do endividamento, como a taxa de juros alta em razão do desequilíbrio das contas públicas e do aumento da dívida pública, a oferta desenfreada de crédito à população e a deseducação financeira.
Tanto que o próprio ministro alertou a população para não contar com algo parecido tão cedo dado o risco moral de medidas como essa criarem expectativas em devedores de sempre haver a chance de uma nova renegociação… ainda mais em anos eleitorais.















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