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A uma semana do prazo final, Gladson, Velloso e outros 27 candidatos ainda estão com registro pendente; veja lista

Imagem: Justiça Eleitoral

Faltando uma semana para o prazo final de julgamento dos registros de candidatura, Gladson Cameli (PP) e Eduardo Velloso (Solidariedade), que disputam uma vaga no Senado, ainda aguardam uma decisão da Justiça Eleitoral sobre seus registros. Ao todo, 29 candidatos no Acre aparecem atualmente com o registro pendente de julgamento.

 

O levantamento feito por O Palaciano considera a situação registrada no sistema até 6 de setembro e inclui nomes que disputam vagas para deputado estadual, deputado federal e Senado.

 

O prazo para que a Justiça Eleitoral conclua o julgamento dos registros termina em 14 de setembro, e a situação ainda pode mudar nos próximos dias conforme novas decisões sejam registradas no sistema.

 

Além de Gladson e Velloso, entre os nomes que continuam aguardando julgamento estão os deputados federais Antônia Lúcia (MDB) e Vagner Sales (MDB).

 

Veja a lista dos 29 registros pendentes

 

Deputado estadual: Bené Damasceno (PL); Chicão Brígido (PSDB/Cidadania); Clodoaldo Rodrigues (PP); Darla Cristina (MDB); Delegado Sérgio Lopes (PL); Esperidião Junior (MDB); Francimar Fernandes (Podemos); Gigi (PDT); Gláucio Pedrosa (PL); Jailson Amorim (PSD); Josa da Farmácia (PL); Kiefer Cavalcante (PL); M. Airton (Podemos); Major Mario (PDT); Marilete Vitorino (PSD); Paulo dos Motoaplicativos (Podemos); Sérgio Ricardo (MDB).

 

Deputado federal: Antônia Lúcia (MDB); Chico Sombra (PSB); Ítalo Marcel (Democrata); Kamila Araújo (PSB); Rosângela Santos (Democrata); Vagner Sales (MDB).

 

Senado e suplência: Eduardo Velloso (Solidariedade); Rejane Velloso (Solidariedade) — 1ª suplente; Fábio Barbosa (Solidariedade) — 2º suplente.

 

Gladson Cameli (PP); Beatriz Cameli (PP) — 1ª suplente; Debora Nunes (PP) — 2ª suplente.

 

Gladson Cameli segue entre os casos mais delicados

 

O processo de Gladson Cameli continua sem decisão e está entre os que mais chamam atenção.

 

A Procuradoria Regional Eleitoral mantém o pedido para que o registro do ex-governador seja negado. O MP sustenta que a condenação de Cameli pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode enquadrá-lo nas regras de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa.

 

A defesa, por outro lado, tenta afastar o impedimento e apresentou recursos no processo. A fase de produção de provas já foi encerrada e o caso deverá ser analisado pelo plenário do TRE-AC.

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