Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

PUBLICIDADE

O Samsung Galaxy A57 é o celular perfeito para comprar daqui a 4 meses

O Galaxy A57 é um baita exemplo de como a Samsung vem trabalhando as suas linhas de smartphones nos últimos anos. A ideia aqui é até “simples”: entregar o máximo que dá sem comprometer tanto o preço final.

 

Usando o A57 nesses últimos dias, a impressão que tenho é de que ele se aproxima e muito da linha Galaxy S em alguns aspectos, mas também deixa clara essa distância que existe entre os aparelhos. E é aquela coisa: existem melhorias muito boas nesse novo aparelho, mas também algumas coisas que a gente pode questionar.

 

Mais fino e leve

 

A Samsung já falou isso em algumas ocasiões: eles costumam pegar algumas características dos modelos mais caros e, depois de um tempo, levam para os modelos intermediários. É uma espécie de “escadinha” até que alguns recursos e novidades cheguem nos modelos mais baratos. O novo A57 segue bem essa linha.

 

Em termos gerais, ele é quase o mesmo smartphone do ano passado, disso não há nenhuma dúvida. Mas ele tem algumas melhorias e é, sim, um celular melhor do que o do A56.

 

A principal diferença que eu notei é que ele está mais leve, fino e milimetricamente menor. Esse novo modelo tem 6,9 mm de espessura e é quase 20 gramas mais leve. Eu também testei o A56 e a diferença entre eles, nesse ponto, é bem notável.

 

A sensação é de que ele é um celular muito confortável e ao mesmo tempo sólido, chegando bem próximo da linha Galaxy S.

 

Inclusive, quando eu testei o A56, eu falei que não duvidava nada da Samsung levar esse formato em pílula das câmeras para outros modelos. Ele é diferente do Z Fold 7 e do S26 Ultra, mas a “base” é a mesma. O que eu achei legal é que ao redor do módulo tem uma área translúcida, mas que acompanha a cor geral do celular. Esse que eu testei é um azul bem clarinho, mas é possível notar a cor diferente nessa parte. É um detalhe legal.

 

No geral, o A57 ficou um pouquinho menor que o A56, mas ele tem as mesmas características gerais. Aquela “lombadinha” para os botões laterais continua, mas está mais sutil; as laterais seguem com os cantos arredondados e são de alumínio; e o vidro Gorilla Glass Victus+ está presente nos dois lados. O que melhorou foi a certificação contra água e poeira, que agora é a IP68.

 

A nova tela do Galaxy A57

 

Ou seja, com os dois de frente, lado a lado, é muito difícil saber qual é qual. Na prática, as principais mudanças (além do módulo das câmeras, é claro) ficam nos detalhes. E essas mexidas no corpo do aparelho fizeram uma boa diferença, o A57 é um celular que tenta se aproximar da linha S mesmo.

 

Na tela, por exemplo, ele tem bordas também milimetricamente menores, mas não na parte inferior. Eu acho que a Samsung só deixa isso para diferenciar da linha mais cara, mas o A57 poderia ter bordas mais uniformes.

 

Mas a tela do A57 segue com uma baita qualidade e, na verdade, ficou melhor. A Samsung volta a usar, com esse modelo, uma tela Super AMOLED Plus no lugar do padrão Super AMOLED. Essencialmente, o que muda é que o painel “Plus” tem uma maior densidade de subpixels RGB (vermelho, verde e azul) e é mais fino, mas também é mais caro de produzir. Essa tecnologia também ajuda a deixar o aparelho mais fino.

 

É o tipo de diferença que fica mais visível em telas de menor resolução. Ele continua com 6,7 polegadas e mostra imagens e textos legíveis tranquilamente. O A57 também é compatível com HDR10+ e tem uma boa fidelidade de cores.

 

Já o brilho é igual ao do ano passado, o que não é ruim. Ele tem um pico de 1.900 nits que é o suficiente e deixa o conteúdo legível sob luz solar, além de contar com a taxa de atualização de 120 Hz. Não tem a tecnologia LTPO, mas esse tipo de painel também costuma ser mais econômico.

 

Um outro “detalhe” é que o leitor de impressão digital dele continua no mesmo lugar do ano passado, sob a tela. Só que ele também continua bem perto dessa borda inferior. Eu prefiro o do S26, por exemplo, que fica um pouco mais alto. Me parece uma parte mais natural pra fazer o desbloqueio, mas é coisa de costume porque isso nem influencia no uso. Só que esse continua sendo um leitor óptico que é confiável e rápido, mas certamente não tão rápido quanto os modelos ultrassônicos.

COMENTE ABAIXO:

You must be logged in to post a comment Login

PUBLICIDADE