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Gladson fala pela primeira vez após condenação no STJ e diz sofrer “perseguição política”

Foto: Assessoria

pronunciou neste sábado (9) sobre a condenação sofrida no Superior Tribunal de Justiça (STJ) no âmbito da Operação Ptolomeu. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele afirmou que recebeu um “resultado ruim” no tribunal, mas disse que a decisão não é definitiva e que continuará recorrendo na Justiça para manter sua pré-candidatura ao Senado.

 

Na fala, Gladson afirmou que qualquer pessoa pública está sujeita a investigações e classificou o caso como “perseguição política”. Também declarou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já teria reconhecido irregularidades em parte das provas usadas no processo. “Continuo tendo absoluta confiança na Justiça, mas acredito mesmo é no seu julgamento pelo voto”, disse.

 

Na última quarta-feira (6), a Corte Especial do STJ condenou Gladson Cameli a 25 anos e 9 meses de prisão pelos crimes de organização criminosa, corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em licitação. Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), o esquema investigado teria causado prejuízo milionário aos cofres públicos do Acre, envolvendo contratos firmados durante sua gestão.

 

A defesa do ex-governador sustenta que parte das provas da investigação foi considerada ilegal pelo STF em decisões anteriores. De fato, o ministro André Mendonça chegou a determinar, em abril, a retirada de elementos produzidos em um período da investigação, após questionamentos sobre competência processual. Ainda assim, no julgamento desta semana, a relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, afirmou que a condenação foi baseada em provas consideradas autônomas e válidas, sem relação com o material anulado pelo Supremo.

 

Mesmo após a condenação, Gladson mantém o discurso de que seguirá na disputa eleitoral. Pela Lei da Ficha Limpa, condenações colegiadas podem gerar inelegibilidade, mas a defesa ainda pode apresentar recursos no próprio STJ e no STF.

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