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Kim ordena que Coreia do Norte aumente produção de munições e armas

Foto: Divulgação/KCNA

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, ordenou que o país aumente a produção de munições de diferentes calibres, assim como de armas leves, como obuseiros e morteiros. A declaração do presidente norte-coreano ocorreu na segunda-feira (11/5).

 

Kim enfatizou não só a necessidade de aumentar a produção de munições e armas de baixo e alto calibre, como morteiros e obuseiros, mas também de modernizar a estrutura de produção norte-coreana. A instrução aconteceu durante inspeção do líder autocrata a empresas do setor.

 

Segundo a mídia estatal da Coreia do Norte, a ordem visa “atender à demanda futura de nossas forças armadas”.

 

Ainda que esteja tecnicamente em guerra contra a Coreia do Sul há décadas, a Coreia do Norte não entra em conflitos diretos desde o cessar-fogo firmado em 1953 com o vizinho.

 

Mesmo assim, armas produzidas no país podem ter sido utilizadas recentemente na Europa, conforme indicou o Grupo Multilateral de Monitoramento de Sanções (MSMT), composto por 11 países da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Um relatório do mecanismo internacional, publicado em 2025, acusou Pyongang de fornecer mais de 9 milhões de munições, além de veículos de guerra e mísseis balísticos, para Moscou. Os equipamentos teriam sido utilizados em ataques russos contra a Ucrânia.

 

Em troca, a Rússia ofereceu tecnologia para o programa de mísseis balísticos da Coreia do Norte, assim como dos sistemas de defesa antiaérea do país. A cooperação militar entre os dois países viola resolução do Conselho de Segurança da ONU.

 

Um ano antes os dois líderes assinaram um acordo de parceria estratégia que previa, entre outros pontos, a ajuda militar mútua caso Rússia ou Coreia do Norte fossem atacados por terceiros.

 

Kim Jong-un nunca admitiu, publicamente, a transferência de armas norte-coreanas para a Rússia. Ele, no entanto, confirmou o envio de soldados da Coreia do Norte em meados de 2024, para conter a ofensiva da Ucrânia contra o território russo de Kursk.

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