O presidente nacional do PP (Progressistas), Ciro Nogueira, informou aos seus correligionários ao longo da terça-feira (21) que consultou as bases do partido e que a avaliação é de que 90% da legenda defende a neutralidade na eleição nacional.
Esse deverá ser um dos principais argumentos que Ciro apresentará ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na conversa entre ambos, prevista para esta quarta-feira (22).
A resistência das bases do PP foi constatada por Ciro ao longo das últimas semanas. Embora os aliados do dirigente apontem que o principal motivo para o partido não fechar apoio a Flávio tenha sido a falta de apoio do senador quando Ciro foi alvo de uma operação da Polícia Federal, esse não é o único fator considerado.
Um outro motivo é que o PP tem o projeto de formar, junto com a federação União Brasil-PP, uma superbancada com cerca de 120 deputados. Uma eventual aliança na eleição presidencial obrigaria o partido a dividir os recursos do fundo eleitoral destinados às campanhas proporcionais.
Esse também foi o motivo pelo qual o PP deixou de lado a ideia de lançar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) à Presidência da República.















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