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BLOG DO TON

Entre se agarrar com os pastores ou se agarrar com Zequinha, Jessica escolheu os pastores

Foto: Reprodução

Antes de qualquer confirmação, houveram muitos capítulos envolvendo esse casamento entre Mailza e Jessica Sales. Curiosamente, o episódio vem depois de a própria Jessica ter afastado a possibilidade com todas as letras — e de ter mantido conversas mais profundas com Alan Rick.

 

Todo esse emaranhado de episódios — Jessica se afastando da vice de Mailza, depois se aproximando de Alan, com seu pai se aproximando da vice de Mailza e depois a própria sendo confirmada no posto — trouxeram a resposta de uma pergunta: porque Jessica havia parado de falar em vice de Mailza?

 

A resposta desse segredo veio de uma fonte desta santa coluna que possui ligações com o glorioso: “Vou falar porque, mesmo não sendo do conhecimento de muitos, ela não esconde de ninguém”. Explicou que, no início de toda essa história, houve um ofensiva dos pastores ligados a governadora — grupo que esta santa coluna chama carinhosamente de ala gospel — e que Jessica não se sentiu nada bem.

 

No grupo de Mailza, Jessica sentiu rejeição por parte dos pastores. No de Alan, sentiu rejeição por parte do grupo de Zequinha — que até teria exigido a não participação de Jessica na chapa majoritária. Mas a questão está resolvida: entre se agarrar com os pastores ou com Zequinha, Jessica escolheu os pastores.

 

EVENTO PARA JESSICA SEM JESSICA — A dúvida que não quer calar: porque um evento que marcou a consolidação de Jessica como vice não contou com a presença da própria Jessica?

 

O FILHO DE FLAVIANO — As teorias da conspiração já começaram. Há quem garanta que ela não será a vice. E quem será? Aberson não pode. Marcus não quer. Seria, nesse caso… o filho de Flaviano Melo? Vamos deixar esse assunto para a próxima coluna.

 

GUERRA DE PLACAS — No sábado (11), passei pela AC-40 rumo a Plácido de Castro. Na frente do Parque de Exposições, tudo lotado de placas do programa de recuperação de ruas da prefeitura. Na volta, no domingo (12), as placas haviam simplesmente desaparecido e deram lugar às do programa do governo estadual com o mesmo objetivo. Estamos vivendo uma guerra de placas?

 

RUA — A prefeita de Senador Guiomard Rosana Gomes convocou reunião extraordinária com seu staff e foi taxativa: quem não apoiar seu filho Eduardo Gomes na sua empreitada rumo à Aleac, está no olho da rua.

 

PÁ DE CAL — A explicação do deputado Tadeu Hassem no Papo Informal sobre a forma como emendas de bancada são indicadas, foi a pá de cal nessa história do pai do viaduto. Alan Rick é, sim, o grande fiador da obra. O Palácio ganharia muito mais exaltando o nome de Mailza — e se esquivando desse debate — do que numa briga; afinal, saíram perdendo.

 

DIVERGÊNCIA CLARA — Pelos comentários escrachados em redes sociais a cada nova exoneração no governo, existe uma divergência clara entre assessores próximos de Gladson e assessores próximos de Mailza.

 

VICE DADO COMO CERTO — Não é só Alan Rick que tem vice dado como certo. E também não é só Alan que está mirando no empresariado. Mas isso é assunto para uma próxima coluna.

 

AGORA SIM — O ex-governador Tião Viana começou a colocar o pé na rua e pedir votos para o filhote Virgílio Viana. Agora, sim, essa campanha pode render alguma coisa. Rede social bonitinha não é garantia de voto — e olha que quem diz isso é um profissional da comunicação.

 

SONORO NÃO — Quem andou recebendo ligações para talvez voltar ao Acre foi a competente ex-secretária Julie Messias (Meio Ambiente). Quem ligou não poderia ter ouvido outra coisa que não fosse um sonoro não.

 

UM DEGRAU — O Republicanos divulgou nota afirmando não existir um alinhamento entre o partido e o PL, para um eventual apoio a candidatura de Flávio Bolsonaro. Com isso, no Acre, o alinhamento entre PL e Alan Rick ganha um degrau de distância.

 

DEFECANDO E ANDANDO — Aliás, sobre esse relacionamento entre Bittar e o Palácio, nunca falei com o senador sobre isso. Do que conheço acerca dos envolvidos, Bittar não quer ser chamado para reuniões que não tem nem tempo para participar, nem tampouco participar de atos que não levam a lugar algum. Para esse tipo de miudeza, aposto que Bittar (com todo respeito no uso da expressão popular) está defecando e andando — que é pra não fazer monte grande.

 

BITTAR MERECE RESPEITO — Bittar é um político com história e bagagem. É imponente, tem seu respeito. E é assim que quer ser visto, tratado e reconhecido pelo grupo que o convidar a fazer parte. Existe uma forma adequada, respeitosa, usada para tratar autoridades. A Mylva, diretora de cerimonial da Casa Civil, poderia organizar um workshop disso a alguns novos membros do Palácio. Essa galera até ganhou poder, mas junto do poder não vieram os… modos.

 

Bate-rebate

 

– R$ 52 mil, pagos com recursos do SUS, para mobiliar gabinete? (…)

 

– (…) Então tá.

 

– Todos os exonerados de Mailza possuem uma mesma reclamação (…)

 

– (…) Discordâncias (…)

 

– (…) Muitas!

 

– Não existe isso de Vanda não ser candidata (…)

 

– (…) E também não existe história de estresse e pressão por Fernanda Hassem vice (…)

 

– (…) A coisa mais natural do mundo é um nome político como Fernanda ter pessoas torcendo para que ela seja vice, isso não lhe falta (…)

 

– (…) Se Vanda não fosse candidata, o mais prejudicado seria Roberto Duarte (…)

 

– (…) Na última eleição, Duarte não teve muitos votos, ele precisa de alguém que lhe puxe para uma vaga na Câmara Federal.

 

Bom dia!

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