A Prefeitura de Rio Branco anunciou um investimento de aproximadamente R$ 1,9 milhão para a modernização da Estação de Tratamento de Água I (ETA I), unidade responsável por cerca de 40% do abastecimento da capital acreana.
O anúncio foi feito pelo prefeito Alysson Bestene durante uma visita técnica à estação na manhã desta quinta-feira (18). Os recursos serão aplicados na revitalização da estrutura de captação e na instalação de novos equipamentos, com o objetivo de aumentar a eficiência operacional do sistema e reduzir os riscos de interrupções no abastecimento.
Durante a visita, o prefeito destacou que a obra faz parte de um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da infraestrutura de saneamento da cidade.
“Estive na ETA I para acompanhar a obra de modernização do sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável em Rio Branco. Essa intervenção tem como objetivo ampliar o acesso da população à água tratada, fortalecendo a infraestrutura e garantindo mais qualidade no abastecimento para as famílias do nosso município. Seguimos trabalhando com responsabilidade e compromisso para cuidar da nossa gente”, afirmou Alysson Bestene.
De acordo com o presidente do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), Enoque Pereira, a intervenção foi planejada para solucionar problemas estruturais que têm afetado o funcionamento da unidade.
Segundo ele, entre o final de 2024 e o início de 2025, um desbarrancamento atingiu a área de acesso à captação da estação, provocando danos à estrutura flutuante e interrompendo o abastecimento por quase dois dias.
Outro desafio enfrentado pela ETA I é o acúmulo frequente de balseiros na região onde ocorre a captação da água. Por estar localizada em um ponto de convergência do Rio Acre, a área exige constantes serviços de limpeza e manutenção, o que acaba provocando paralisações temporárias no sistema.
Nova estrutura deve aumentar a segurança operacional
Com a modernização, parte dos equipamentos atualmente instalados na estrutura flutuante será transferida para uma torre fixa de captação. A expectativa é que a mudança reduza os impactos causados pelas condições do rio e facilite futuras manutenções nos conjuntos de bombeamento.
“O objetivo é que as duas captações operem continuamente na capacidade máxima. Com os novos equipamentos e a nova estrutura, a engenharia entende que não haverá mais necessidade de paradas causadas pelos problemas que enfrentamos atualmente”, explicou Enoque Pereira.

















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