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Após operação, Alan Rick acusa governo Mailza de usar cargos comissionados para atacá-lo

Foto: Reprodução

O candidato ao Governo do Acre Alan Rick (Republicanos) reagiu à Operação Algoritmo Cidadão, deflagrada pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (16), para investigar suspeitas de crimes eleitorais relacionados à divulgação de conteúdos falsos e ataques nas redes sociais.

 

Entenda aqui: Ataques contra Alan Rick: entenda o que está por trás da operação, quem são os alvos e o que pode acontecer

 


“O que a Polícia Civil revelou hoje é muito grave. Uma milícia digital dentro do governo Mailza, que usa dinheiro público através de cargos comissionados para atacar a minha honra”, afirmou.

 

Alan também acusou a administração de Mailza Assis de utilizar a estrutura do Estado para fins eleitorais.

 

“O governo dela devia investir na saúde, na segurança e na geração de emprego, mas só usa a máquina do Estado para fazer campanha e me atacar”, declarou.

 

No vídeo ele acusa opositores de estarem espalhando que investigação semelhante está sendo preparada contra sua campanha.

 

“Essa gente planeja esses crimes e já estão até inventando investigação parecida contra a nossa campanha. Mais uma fake news para confundir as pessoas. (…) A campanha da Mailza me ataca porque não tem como defender o desgoverno dela, mas o povo quer um debate de propostas, não esses ataques pagos com dinheiro público”, afirmou.

 

O que a operação apura

 

A Operação Algoritmo Cidadão cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Rio Branco nesta quarta-feira (16). Celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos foram recolhidos para análise.

 

Quatro pessoas foram conduzidas para prestar depoimento e posteriormente liberadas. Não houve prisões.

 

Segundo informações obtidas pela reportagem, quatro pessoas identificadas na investigação ocupam cargos comissionados no Governo do Acre. Quatro contas no Instagram também são alvo de pedidos de suspensão.

 

A Polícia Civil informou que a investigação apura crimes eleitorais, mas, por se tratar de procedimento sob sigilo judicial, não divulgou detalhes sobre os alvos nem confirmou publicamente as acusações feitas por Alan.

 

O delegado Rêmulo Diniz também afirmou que os candidatos não são alvos da operação. Até o momento, a investigação deverá avançar com a análise dos equipamentos apreendidos e dos demais elementos reunidos pela Polícia Civil.

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