O senador e candidato ao governo do Acre Alan Rick (Republicanos) voltou a abordar o tema da perseguição política durante a inauguração de seu comitê central, nesta segunda-feira (24), dois dias após afirmar que servidores públicos estariam sendo pressionados por suas preferências políticas.
No sábado (22), em vídeo publicado nas redes sociais, Alan, sem citar nomes, afirmou que uma prática de perseguição teria voltado a acontecer no Acre.
“Hoje eu preciso falar sobre algo muito grave, que infelizmente está acontecendo novamente em nosso estado. O grupo que tomou conta do poder trouxe de volta uma prática terrível, a perseguição”, afirmou.
Apesar de não citar nomes, o discurso de Alan foi interpretado no cenário político como uma referência à governadora Mailza Assis, que é a candidata majoritária que tem a máquina pública sob seu comando.
No domingo (23), a governadora rebateu a denúncia e negou a existência de perseguição política. Mailza também afirmou que a participação de apoiadores nos atos da campanha ocorre de forma espontânea.
“Todo mundo conhece o nosso trabalho. Não há nenhuma perseguição. Todos os nossos amigos estão nesse projeto, nos abraçaram”, declarou.
Nesta segunda, durante a inauguração do comitê de Alan, apoiadores do candidato apareceram vestidos com camisetas estampadas com a frase “eu vim de graça”. O grupo também entoou a expressão como um grito de guerra durante o evento.
Alan compartilhou o momento nas redes sociais e ironizou a situação.
“EU VIM DE GRAÇA!!! Olha o grito de guerra dessa galera!”, publicou.
Na legenda, o candidato voltou a associar sua campanha aos discursos de mudança e liberdade e afirmou que também atua em defesa de pessoas que, segundo ele, estariam sendo perseguidas pelo poder político.
“Nosso encontro no Comitê Central deu o tom da campanha da mudança e da liberdade. E no amor, é pelo Acre e é também por todos que estão sendo perseguidos pelo poder político. Vamos todos nos encontrar nas urnas!”, escreveu.















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