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Campanha entra na segunda semana com nove desistências de candidatos no Acre; veja quem deixou a disputa

Foto: Otávio Augusto/ Arte Metrópoles

A campanha eleitoral entra nesta segunda-feira (24) em sua segunda semana oficial no Acre com nove candidatos que já desistiram da disputa. Os nomes aparecem no DivulgaCand, sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a situação “Renúncia”, indicando que o pedido de desistência foi homologado pela Justiça Eleitoral.

 

O levantamento de O Palaciano considera os registros disponíveis no sistema nesta segunda-feira (24) e reúne candidatos que haviam sido registrados para disputar vagas de deputado estadual e deputado federal.

 

Entre os nomes está o deputado estadual Luiz Gonzaga (MDB), que desistiu de concorrer à reeleição para a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). A renúncia foi homologada pela Justiça Eleitoral e o partido foi intimado sobre a possibilidade de indicar um substituto.

 

Também deixaram a disputa Jairo Cassiano (Republicanos) e Maurício do Chalé (NOVO), ambos candidatos a deputado estadual. Jairo anunciou a renúncia no dia 10 de agosto para assumir a coordenação da campanha de Alan Rick ao Governo do Acre. Maurício também aparece atualmente no sistema eleitoral como candidato que renunciou.

 

Na disputa para a Câmara Federal, aparecem como desistentes Rauãn Vitor Lima da Silva (Solidariedade), Renilda Rocha (Solidariedade) e Rejane Velloso (Solidariedade). Rejane renunciou à candidatura a deputada federal para permanecer como primeira suplente na chapa do marido, Eduardo Velloso, que disputa uma vaga no Senado.

 

Para a Assembleia Legislativa, além de Gonzaga, Jairo e Maurício, também aparecem como desistentes Andreia Nascimento de Lima (Solidariedade), Francilene Braga do Nascimento, conhecida como Lenne Braga (Rede Sustentabilidade) e Raquel Albuquerque (PSD). Os três nomes constam no DivulgaCand com a situação

 

“Renúncia”.

 

Raquel é conhecida nas redes sociais como “a menina das vagas”, por causa do perfil que mantém com divulgação de vagas de emprego.

 

Veja quem desistiu

 

Luiz Gonzaga (MDB) — deputado estadual
Jairo Cassiano (Republicanos) — deputado estadual
Maurício do Chalé (NOVO) — deputado estadual
Rauãn Vitor Lima da Silva (Solidariedade) — deputado federal
Renilda Rocha (Solidariedade) — deputada federal
Rejane Velloso (Solidariedade) — deputada federal
Andreia Nascimento de Lima (Solidariedade) — deputada estadual
Lenne Braga (Rede Sustentabilidade) — deputada estadual
Raquel Albuquerque (PSD) — deputada estadual

 

O que acontece depois da renúncia?

 

A desistência não significa que o partido fique, necessariamente, sem candidato para aquela vaga. A legislação eleitoral permite a substituição de candidatos em determinadas situações, entre elas a renúncia.

 

Pela Lei das Eleições, o partido ou federação pode requerer o registro de um substituto dentro dos prazos estabelecidos pela legislação. No caso de renúncia, o prazo para apresentar o pedido de substituição é de 10 dias contados da homologação da renúncia, observadas também as demais regras e o prazo-limite previsto para o registro.

 

Foi o que ocorreu, por exemplo, no caso de Luiz Gonzaga: após homologar a renúncia, a Justiça Eleitoral intimou o MDB sobre a possibilidade de solicitar a substituição da candidatura.

 

Assim, a saída de um candidato altera a composição das chapas, mas não significa automaticamente que o partido perdeu aquela vaga na disputa. O que muda é o nome que será apresentado pela legenda, caso haja substituição dentro dos prazos legais.

 

Com a atualização desta segunda-feira (24), nove candidatos que chegaram a ter registro apresentado para as eleições de 2026 no Acre já deixaram oficialmente a disputa. Como o cadastro eleitoral continua sendo atualizado pelo TSE, novas renúncias ou substituições ainda podem ocorrer ao longo do processo.

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