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Marina em SP e Styvenson no RN: acreanos lideram primeiras pesquisas ao Senado para 2026

Foto: Reprodução

Dois políticos nascidos no Acre aparecem em posição de destaque nas primeiras pesquisas para o Senado Federal nas eleições de 2026, embora tenham construído suas trajetórias em contextos bastante diferentes.

 

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, surge na liderança de um levantamento do Instituto Vox para uma das vagas ao Senado. Ela registra 27,9% das intenções de voto, à frente de nomes conhecidos da política paulista, como Guilherme Derrite (25,9%), André do Prado (24,8%), Simone Tebet (22,8%) e Ricardo Salles (20,1%).

 

Já no Rio Grande do Norte, o senador Styvenson Valentim aparece na primeira colocação em pesquisa realizada pelo Instituto Veritá. Considerando os votos válidos, ele alcança 34,8% das intenções de voto, seguido por Samanda Alves, com 20,7%, e Coronel Hélio, com 18,7%.

 

Apesar da origem em comum, os dois percorreram caminhos distintos até alcançar projeção política. Marina Silva construiu sua carreira no Acre, onde iniciou sua atuação ao lado do movimento seringueiro liderado por Chico Mendes. A trajetória a levou a ocupar cargos como vereadora, deputada estadual, senadora pelo Acre e ministra de Estado, além de disputar a Presidência da República.

 

Ao longo das últimas décadas, Marina consolidou seu nome no cenário nacional e internacional, tornando-se uma das principais referências brasileiras na pauta ambiental.

 

Styvenson Valentim, por sua vez, deixou o Acre ainda na juventude e desenvolveu toda sua carreira pública no Rio Grande do Norte. Antes de ingressar na política, ganhou notoriedade como policial militar, alcançando projeção estadual que o impulsionou à eleição para o Senado em 2018.

 

Os levantamentos indicam que dois acreanos ocupam atualmente posições privilegiadas em disputas eleitorais relevantes fora de seu estado de origem. Embora atuem em espectros políticos diferentes e dialoguem com eleitorados distintos, ambos chegam ao início do ciclo eleitoral de 2026 com vantagem nas pesquisas.

 

No caso de Marina, analistas observam a capacidade de transformar seu amplo reconhecimento nacional em apoio eleitoral efetivo durante a campanha. Já Styvenson terá o desafio de administrar a condição de favorito ao longo da disputa, sustentando a vantagem conquistada nos primeiros levantamentos.

 

A presença simultânea de dois acreanos na liderança de corridas ao Senado em estados tão diferentes quanto São Paulo e Rio Grande do Norte é um fato pouco comum na política brasileira e evidencia a projeção alcançada por figuras originárias de um dos menores colégios eleitorais do país.

 

Com informações do ContilNet.

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