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Bocalom reage a investigação sobre contrato da Ricco e diz ter consciência tranquila

Foto: Assessoria

O ex-prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao Governo do Acre, Tião Bocalom (PSDB), utilizou as redes sociais na última quinta-feira (4) para se manifestar sobre a abertura de um procedimento do Ministério Público do Acre que apura o contrato firmado entre a Prefeitura de Rio Branco e a empresa Ricco Transportes. Em uma longa nota, o ex-gestor afirmou ter recebido a informação com tranquilidade e disse que a investigação é um procedimento normal dos órgãos de controle.

 

Bocalom também criticou o que classificou como tentativas de exploração política do caso. Sem citar nomes, afirmou que adversários estariam tentando desgastar sua imagem e relacionou as críticas ao cenário eleitoral. “Isto reflete o medo que eles têm de nós chegarmos ao governo e moralizarmos a máquina pública, a exemplo do que fizemos na Prefeitura de Rio Branco”, escreveu.

 

Ao longo do texto, o ex-prefeito fez uma defesa de sua trajetória administrativa, destacando os três mandatos à frente da Prefeitura de Acrelândia e os cinco anos em que comandou a capital acreana. Segundo ele, todas as decisões de sua gestão foram tomadas dentro da legalidade e com respaldo dos órgãos de controle interno, citando o fortalecimento da Procuradoria-Geral do Município (PGM) e da Controladoria-Geral do Município (CGM).

 

A nota também serviu para um balanço político de sua administração. Bocalom relembrou obras de infraestrutura, investimentos em saúde, educação, saneamento básico e a aquisição de máquinas para o município. O ex-prefeito destacou ainda o superávit financeiro registrado durante sua gestão e a manutenção da tarifa do transporte coletivo em R$ 3,50, mesmo com o aumento dos custos operacionais ao longo dos últimos anos.

 

Sobre o caso específico da Ricco Transportes, Bocalom afirmou que sempre esteve à disposição dos órgãos fiscalizadores e disse acreditar que as apurações irão comprovar a regularidade dos atos praticados pela prefeitura. “O Ministério Público está corretíssimo em abrir tal procedimento, e ao final das investigações ficará provado que Bocalom trabalhou sempre dentro da legalidade”, declarou.

 

Leia a nota na íntegra:

 

 

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