O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (17/4), que a união entre o Brasil e a Espanha “foi decisiva para aprovação do acordo Mercosul-União Europeia.
O chefe do Planalto começou pela Espanaha uma série de compromissos na Europa, com foco em acordos comerciais, cooperação estratégica e no debate sobre democracia, com destaque para parcerias em minerais críticos, incluindo terras raras. A viagem inclui, ainda, passagens por Alemanha e Portugal ao longo de cinco dias.
Lula chegou na noite de quinta-feira (15/4) a Barcelona, onde inicia a agenda na Europa na 1ª Cúpula Brasil-Espanha. O encontro reúne delegações ministeriais dos dois países para tratar de uma série de acordos.
No sábado (18/4), Lula participa de um evento de alto nível chamado “Em Defesa da Democracia, Combatendo Extremismos”, idealizado e coordenado por ele, em parceria com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez. A reunião reúne chefes de Estado e autoridades internacionais para discutir desafios atuais da democracia.
Entre os temas previstos estão a crise institucional, o impacto de fake news e discursos de ódio, além da relação entre desigualdade e sistemas democráticos. O evento também deve abordar a violência política e digital de gênero.
Nos bastidores, conforme mostrou o Metrópoles, Lula pretende articular apoio à candidatura da ex-presidente chilena Michelle Bachelet para a Secretaria-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Estão previstos representantes de 14 países, além do presidente do Conselho Europeu e um representante da ONU. Entre os chefes de Estado confirmados estão Gustavo Petro (Colômbia), Yamandú Orsi (Uruguai), Catherine Connolly (Irlanda), Peter Pellegrini (Eslováquia), Cyril Ramaphosa (África do Sul) e John Dramani Mahama (Gana). Outros países devem ser representados por autoridades de menor nível.















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