Atendendo a um pedido do relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das ONGs, o senador Márcio Bittar (UB), o colegiado vai ouvir nesta terça-feira (04) o conselheiro da área de prestação ambiental “Triunfo do Xingu”, no Pará, Marcelo Norkey Duarte Pereira; o cacique da aldeia Bragança (Pará) Miguel dos Santos Correa; e a liderança indígena Luciene Kujãesage Kayabi.
Bittar destacou, entre os convidados, que o cacique Miguel Corrêa “é uma das lideranças que lutou pela demarcação da terra e pelos interesses da comunidade” e que “m razão da posição que ocupa, poderá prestar esclarecimentos acerca da atuação de determinadas organizações não governamentais que atuam na região, especialmente sobre a relação dessas ONGs com a comunidade local, a forma com que atuam e os resultados da atividade não governamental desenvolvida”.
Enquanto anunciava os novos convidados para a CPI, Márcio Bittar voltou a criticar, via Twitter, o que chama de “poder das ONGs”. Segundo ele, as entidades podem manchar o nome do Brasil por disseminar “ideologias” que não condizem com os interesses do nosso país.
“Grande parte das ONGs recebe recursos de grandes empresas, fundações, fundos internacionais e até mesmo de países como a Noruega e a Alemanha por meio do fundo Amazônia. É importante dizer que essas empresas, fundos e instituições internacionais podem, muitas vezes, utilizar esses recursos para disseminar ideologias que não condizem com os interesses do Brasil e, consequentemente, manchar a imagem do nosso país”, escreveu.
















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