O instituto Real Time Big Data divulgou nesta segunda-feira (27) uma nova pesquisa de intenção de voto para o Governo do Acre nas eleições de 2026. O levantamento mostra o senador Alan Rick (Republicanos) na liderança em todos os cenários avaliados, tanto na pesquisa espontânea quanto nas simulações estimuladas de primeiro e segundo turnos.
Na pesquisa espontânea, em que os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Alan Rick aparece com 15% das intenções de voto. Em seguida estão a vice-governadora Mailza Assis (PP), com 9%, e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PSDB), com 5%. O governador Gladson Cameli (PP) foi citado por 3% dos entrevistados, enquanto Jorge Viana (PT) registrou 1%. Outros nomes somaram 3%.
O levantamento também apontou que 11% dos entrevistados afirmaram votar em branco ou nulo, enquanto 53% disseram ainda não saber em quem votar ou preferiram não responder.
Primeiro turno
No cenário estimulado, em que os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos eleitores, Alan Rick amplia a vantagem e chega a 38% das intenções de voto. Mailza Assis aparece em segundo lugar, com 28%, seguida por Tião Bocalom, que registra 17%.
Thor Dantas (PSB) soma 7%, enquanto Jamyr Rosas (PSOL) aparece com 1%. Os votos em branco e nulos representam 6%, e 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Cenários de segundo turno
O Real Time Big Data também simulou três possíveis disputas de segundo turno.
No confronto entre Alan Rick e Mailza Assis, o senador alcança 45% das intenções de voto, contra 36% da vice-governadora. Brancos e nulos somam 10%, enquanto 9% não souberam responder.
Em uma eventual disputa entre Alan Rick e Tião Bocalom, o parlamentar amplia a vantagem e aparece com 54%, enquanto o prefeito de Rio Branco registra 26%. Outros 11% declararam voto branco ou nulo, e 9% permaneceram indecisos.
Já na simulação entre Mailza Assis e Tião Bocalom, a vice-governadora lidera com 42% das intenções de voto, contra 28% do prefeito. Nesse cenário, 10% afirmaram votar em branco ou nulo, e 20% disseram não saber ou preferiram não responder.
Com informações do site ContilNet.















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